Autor: diegobittencourt

  • Installing WP-CLI on a cPanel shared hosting

    Installing WP-CLI on a cPanel shared hosting

    If you possess root-level access to your server, it is recommended that you follow this guide to install WP CLI on your WHM/cPanel server: https://blog.cpanel.com/wp-cli-install-and-manage-wordpress-on-the-command-line/.

    However, if you lack access to the root account or aren’t able to run sudo, but still have user-level access to the terminal (such as from the cPanel terminal), you can still install and use wp-cli.

    cd /home/USERNAME/public_html/
    curl -O https://raw.githubusercontent.com/wp-cli/builds/gh-pages/phar/wp-cli.phar

    chmod +x wp-cli.phar

    /home/USERNAME/public_html/wp-cli.phar config list

    Of course, replace USERNAME to yours.

  • Heurísticas de Nielsen: 10 princípios para interfaces intuitivas e utilizáveis

    Heurísticas de Nielsen: 10 princípios para interfaces intuitivas e utilizáveis

    Jakob Nielsen, um pioneiro no campo da usabilidade da web, desenvolveu um conjunto de 10 heurísticas na década de 1990 que se tornaram a base do design da interface do usuário (UI). Esses princípios, agora conhecidos como Heurísticas de Nielsen, fornecem uma estrutura para a criação de interfaces fáceis de aprender, eficientes de usar e agradáveis de interagir.

    Vamos nos aprofundar em cada uma dessas 10 heurísticas e explorar como elas podem ser aplicadas para melhorar a usabilidade do seu site, aplicativo ou qualquer outro produto digital:

    1. Visibilidade do status do sistema

    Os usuários devem sempre ser mantidos informados sobre o que está acontecendo no sistema. Isto inclui fornecer feedback claro sobre as ações tomadas, o progresso alcançado e quaisquer erros potenciais encontrados. Imagine dirigir um carro sem painel – você estaria completamente perdido! Da mesma forma, as interfaces precisam manter os usuários informados por meio de dicas visuais, barras de progresso, mensagens de erro e outros mecanismos de feedback.

    1. Correspondência entre o Sistema e o Mundo Real

    Fale a língua do usuário, não seu próprio jargão técnico. Use termos, conceitos e metáforas familiares que se alinhem com o mundo real para evitar confusão e sobrecarga cognitiva. Pense nisso como traduzir instruções para montagem de móveis – elas devem ser claras e compreensíveis, não um quebra-cabeça enigmático.

    1. Controle e liberdade do usuário

    Permita que os usuários naveguem facilmente e desfaçam erros. Fornece uma função de “desfazer”, limpa caminhos de saída de estados indesejados e avisos de confirmação antes que ações irreversíveis sejam tomadas. Imagine ficar preso em um labirinto sem saída – é assim que os usuários se sentem quando estão presos em uma interface com controle limitado.

    1. Consistência e Padrões

    Mantenha a consistência na terminologia, no layout e no comportamento em toda a interface. Os usuários não deveriam ter que reaprender como interagir com cada elemento ou tela. Pense nos semáforos – o seu esquema de cores e posicionamento consistentes proporcionam uma linguagem universal aos condutores, garantindo segurança e previsibilidade.

    1. Prevenção de erros

    Evite que erros aconteçam em primeiro lugar através de um design cuidadoso. Use validação de entrada, instruções claras e avisos para evitar frustração do usuário e perda de tempo. Imagine tentar preencher um formulário com campos confusos ou ausentes – é uma receita para erros e abandono.

    1. Reconhecimento em vez de recall

    Minimize a necessidade dos usuários lembrarem informações de uma parte da interface para outra. Forneça rótulos, dicas e funções de pesquisa claros para ajudar os usuários a encontrar o que precisam sem ginástica mental. Imagine procurar um documento em um arquivo bagunçado – é muito mais fácil quando tudo está etiquetado e organizado.

    1. Flexibilidade e eficiência para usuários

    Atenda a uma variedade de usuários com diferentes níveis de experiência e habilidades. Ofereça atalhos para usuários avançados, mantendo uma interface simples e intuitiva para iniciantes. Pense em um par de muletas ajustáveis – elas devem apoiar tanto alguém que está se recuperando de uma torção no tornozelo quanto um alpinista experiente.

    1. Design Estético e Minimalista

    Concentre-se na clareza e usabilidade em vez de enfeites desnecessários. Mantenha a interface limpa, organizada e visualmente atraente, sem distrair os usuários de seus objetivos. Imagine uma mesa desordenada em comparação com uma mesa limpa e organizada – qual delas é mais propícia para a realização do trabalho?

    1. Ajude os usuários com erros

    Forneça mensagens de erro claras e úteis que expliquem o que deu errado e como corrigi-lo. Ofereça sugestões de ações corretivas e evite linguagem condescendente ou de culpa. Imagine receber uma mensagem de erro enigmática no seu computador – é tão frustrante quanto se perder em uma floresta sem mapa.

    1. Ajuda e Documentação

    Mesmo as melhores interfaces podem se beneficiar de documentação e recursos de suporte bem escritos. Forneça acesso fácil a perguntas frequentes, manuais, tutoriais e informações de contato para quando os usuários precisarem de ajuda extra. Imagine tentar montar uma peça de mobiliário complexa sem instruções – é muito mais fácil com um guia claro.

    Ao aplicar essas 10 heurísticas, você pode criar interfaces que não são apenas utilizáveis, mas também agradáveis de interagir. Lembre-se de que o objetivo é fazer com que os usuários se sintam confiantes, no controle e bem-sucedidos em alcançar seus objetivos. Então, da próxima vez que você estiver projetando uma interface, pergunte-se: “É fácil de usar? Ela segue os princípios da Heurística da Nielsen?” Ao colocar seus usuários em primeiro lugar, você pode criar produtos que eles adorarão usar.

    Espero que esta explicação detalhada da Heurística da Nielsen tenha sido útil.
    Comente abaixo se você tiver alguma dúvida ou consideração!

  • Herbert Simon and the Attention Economy concept

    Herbert Simon and the Attention Economy concept

    Herbert Simon was a famous North American economist, winner of the Nobel Prize and an important author in the field of administration, with the book Comportamento Administrativo being one of his main works.

    He is sometimes considered among scholars of his work as a kind of “mathematical sociologist” – a definition that he himself seemed inclined to accept – due to the fact that his attempts to solve sociological problems always tended towards logical demonstration, the analysis of statistical data and mainly a critical view of the way scientists in general deal with the information factor, with information technology being the object of some of their most important studies.

    We have, for example, in the conference “Designing Organizations for an information-rich world”[1], from 1971, his important concept of Attention Economy enshrined in the following explanation: “An era rich in information causes a scarcity of what it consumes. And what it consumes is obvious, it is the attention of its receptors.” (p. 40)

    An enormous range of information creates a poverty of attention and a need to allocate it efficiently among the overabundance of information sources that may consume it.

    He considers that whether a high-capacity information system, such as a computer for example, will be part of the solution to the overabundance of information, or part of the problem, depends on the distribution of its attention between four classes of activities: listening, allocating, thinking and speak.

    It will be part of the solution in an organization if it absorbs more information than it produces, if it “listens” and “thinks” information more than it speaks. (p. 42). To cite just one of the many considerations about the Attention Economy issue that this study raises.

    Nowadays, a huge range of professionals such as data scientists, advertisers, marketing specialists, entrepreneurs in general, can find in Simon’s studies a conceptual basis to reflect on entire panoramas of the information age, such as the transition that occurred from web 1.0 to 2.0, as well as from 3.0 to the imminent 4.0, in addition to topics such as SEO (search engine optimization), mobile application development optimization, marketing strategies for social networks, etc.

    “In a world rich in knowledge, progress is not in the direction of reading and writing information or allocating more of it. Progress is toward extracting and exploring patterns so that less information needs to be read, written, or allocated. Progress depends on our ability to develop better and more powerful thinking programs for man and machine” (p. 46-47).

    Herbert Simon

    What have you done to advance your personal knowledge, or that exercised within the scope of your organization or professional activity?

    Reference:

    1. SIMON, Herbert. Designing Organizations for an Information-Rich-World. Balti-more, MD: The Johns Hopkins. Press, 1971. Access em: Dec/18
  • Time

    Time is a river that flows endlessly
    Carrying memories and dreams along the way
    But sometimes the current is too strong to fight
    And we lose what we cherish in the night

    Time is a healer that soothes our pain
    Giving us hope and strength to start again
    But sometimes the wounds are too deep to mend
    And we wonder if we’ll ever smile again

    Time is a teacher that shows us the truth
    Teaching us lessons and wisdom in our youth
    But sometimes the truth is too hard to bear
    And we wish we could go back to when we didn’t care

    Time is a friend that stays by our side
    Sharing our joys and sorrows in this ride
    But sometimes the friend becomes a foe
    And we have to say goodbye before we’re ready to go

    Time is a gift that we should treasure
    Making the most of every moment and pleasure
    But sometimes the gift is too short to last
    And we regret all the things we didn’t do in the past

  • Carta de Intenção ao IFRJ

    Carta de Intenção ao IFRJ

    Prezados,


    Escrevo para expressar meu interesse em ser admitido no programa de pós-graduação
    em Gestão de Projetos e Negócios em Tecnologia da Informação no Instituto Federal do
    Rio de Janeiro, campus Engenheiro Paulo de Frontin. Acredito que este programa é o
    ambiente ideal para aprimorar meu conhecimento e habilidades nas áreas de COBIT,
    ITIL e Projetos, as quais considero fundamentais para o desenvolvimento profissional
    nos meus campos de interesse, a saber, Desenvolvimento para Web e, secundariamente,
    Produção Musical. Este último é menos óbvio, mas uma vez que o produtor musical
    estude a potencialidade do SaaS para ofertar serviços, creio que possa levar a Produção
    Musical aliada à TI ao estado da arte.


    Minha experiência com a Tecnologia da Informação data de 2005, aos 12 anos de idade,
    momento em que tive o primeiro computador pessoal em casa. O primeiro interesse
    imediato foi na criação de jogos de RPG, através de ferramentas como RPG Maker
    2000, 2003 e XP, sendo esta última versão a que me deu o primeiro contato com a
    linguagem de programação Ruby, a qual me possibilitou aprendizados como customizar
    um sistema de batalha de primeira pessoa para terceira pessoa, adquiridos através da
    participação de fóruns internacionais especializados em criação de RPG na internet.
    Não me demorei muito na criação de jogos, visando aprender Desenvolvimento Web,
    movido tanto pela paixão ao Design da Web quanto por motivações econômicas,
    procurando me emancipar de um meio familiar de baixa renda, tendendo à
    vulnerabilidade social, o quanto antes. O ano de 2006 todo foi dedicado a aprender
    tecnologias que hoje são amplamente categorizadas como FrontEnd, a saber, HTML,
    CSS e JavaScript, conjunto de saberes que à época era mais conhecido pelo mercado
    como pertencentes ao Web Designer, não havendo antes no Brasil uma diferenciação
    razoável de escopo entre FrontEnd e Web Designer, que já existe atualmente, nem uma
    popularização do termo FrontEnd, também existente atualmente.


    Durante o aprendizado em 2006, tive interesse eminente em temas como Padrões Web
    da W3C, Acessibilidade e Usabilidade e práticas de código limpo, tendo como
    facilitadores grandes referências nacionais como Tableless (https://tableless.com.br/) e
    Maujor (https://maujor.com). Outro tópico significativo que me veio ao conhecimento
    nesse ano de 2006 foi o de CMS, e com ele obviamente o WordPress, que domina um
    terço da Web inteira e mais de 70% do mercado de CMS. A sua proposta de um CMS
    compatível aos Web Standards e à Acessibilidade me gerou o encantamento imediato à
    época, e continua a gerar até os dias de hoje, pois o projeto expandiu sua missão e
    valores de modo a, por exemplo, facilitar a trajetória dos criadores de conteúdo para a
    tecnologia, e até mesmo empoderar estratos da sociedade excluídos da tecnologia.


    Pretendo investigar e, acredito, demonstrar ao longo do curso que o ecossistema
    WordPress é uma Big Picture ainda relevante para a pesquisa e desenvolvimento em TI.
    E acrescento que, felizmente, minha posição atual na Input Tecnologia envolve em
    grande parte tal ecossistema, me fazendo grato pela oportunidade profissional atual.
    Voltando a 2007, a fim contextualizar minha trajetória, pude estrear na experiência paga
    como freelancer de sites e sistemas para clientes regionais de Varginha (MG), minha
    terra natal, e região, como a concessionária Capi Honda, o projeto Top Feirão de
    e-commerce de veículos, entre outros. Nos anos seguintes trabalhei com freelances
    esporádicos em Web Design para um satisfatório número de clientes do comércio de
    Jacareí (SP) e região, captados através de um contato pessoal, uma profissional que hoje
    trabalha para a IBM. De 2012 a 2017 tive um certo hiato com Desenvolvimento Web,
    por questões pessoais e profissionais diversas, sem todavia desligar-me completamente
    das novidades, ainda realizando alguns trabalhos.


    Uma inspiração adicional foi o fato de que à época, 2006, o autor do Tableless
    conseguiu notoriedade na divulgação dos Web Standards sem sequer possuir graduação
    na área de TI e o fato de que o Maujor foi da Engenharia Civil para o desenvolvimento
    web. Nos dias de hoje, tomei conhecimento de que o autor do Tableless graduou-se, mas
    em Administração! Até nesse fato me identifico, pois, embora seja Desenvolvedor Web,
    optei, por motivos diversos, incluso o chamado momento profissional, a graduar-me em
    Gestão Empresarial (2014 – 2017) e procurei após a graduação me posicionar como um
    Desenvolvedor Web com background em Marketing, pois o mercado comumente valida
    minha graduação para posições de Marketing, e atualmente sou, como já mencionado e
    introduzido, Web Designer para a Input Tecnologia em um enxuto setor denominado
    “WEB”, que tem fortes tendências em Marketing.

    Sobre a bibliografia proposta, reflito que o COBIT e o ITIL são frameworks essenciais
    para a governança e gestão de tecnologia da informação. Compreender suas diretrizes e
    aplicá-las de forma eficiente pode resultar em uma vantagem competitiva significativa
    para as organizações. No ITIL enxergo, condizente ao meu momento profissional,
    oportunidades em estudar mais profundamente os conceitos de Habilidades e Recursos,
    além do conceito de Escopo, que posso integrá-lo ao meu background em Gestão
    Empresarial. No COBIT, enxergo oportunidade para ao longo do programa conseguir
    compreender na maior eficácia possível os quatro domínios do Framework, a fim de
    adquirir uma visão consistente como gestor para vincular metas comerciais a objetivos
    de TI. Não menos importante, a gestão eficaz de projetos é fundamental para a entrega
    bem-sucedida de produtos e serviços, garantindo que os objetivos sejam alcançados
    dentro do prazo e do orçamento estipulados.


    Minha proposta e intenção de trabalho junto ao IFRJ em 18 meses orbita em torno da
    pesquisa extensa a respeito dos CMS (e correlatos) – Content Management System, ou,
    ainda, também chamado de Content Management Service nos contextos onde ele é uma
    API de backend para aplicações Headless (com FrontEnd e BackEnd independentes),
    como por exemplo o moderno Strapi.io. Como dito na parte da minha trajetória pessoal
    e profissional, pretendo demonstrar extensamente sobretudo o WordPress, quanto à
    atualidade de sua pilha tecnológica, e quanto à capacidade de se posicionar tanto como
    um CMS tradicional, com FrontEnd e BackEnd “amarrados”, como uma API de
    Backend robusta, segura e escalável para FrontEnds flexíveis, em projetos Headless.
    O valor intrínseco desse trabalho, ao meu ver, está na capacidade da organização
    WordPress em incluir pessoas diversas na tecnologia, em consonância com todos os
    outros grandes projetos open-source que foram provados pelo tempo.


    Referências:


    COBIT. (Control Objectives for Information and related Technology) – ISACA
    (Information Systems Audit and Control Association). Disponível em:
    https://www.isaca.org

    O QUE É ITIL? (Information Technology Infrasructure Library) – Disponível em:
    https://www.portalgsti.com.br/itil/sobre/

    TUDO SOBRE PROJETOS. Disponível em: https://escritoriodeprojetos.com.br

  • Diego Bittencourt

    Fotografia de Diego Bittencourt
    Fotografia de Diego Bittencourt

    Gestor Empresarial pela Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo.

    Idealizador da Perspectiva Empreendedora desde abril de 2018, que objetiva soluções para posicionamento de empreendimentos digitais: desenvolvimento full stack principalmente em WordPress, SEO, design de identidade de marca e consolidação do processo de branding em todo ecossistema digital da organização, gerenciamento de mídias sociais e comunidades, entre outros.

    Compositor, Multi-Instrumentista e Produtor Musical na Rosa da Aurora desde junho de 2016, projeto musical que harmoniza as possibilidades de uma banda com o simbolismo da poesia e da literatura, cujo portfólio leva em consideração todas as diretrizes e soluções da Perspectiva. Convido a conhecer.

    Sempre aberto a novas relações profissionais e troca mutuamente benéfica de ideias…

    Acesse meu currículo em PDF ou Perfil do LinkedIn.

  • Como resolver um Case de Customer Marketing

    Observação: O case é baseado em uma resolução real feita para uma empresa de tecnologia da informação do interior de São Paulo, como parte de uma etapa de um processo seletivo, a qual foi bem sucedida. A resolução foi integralmente desenvolvida pelo autor deste site. A proposição do case foi feita pela empresa. Para não haver problema quanto a reprodução e autoria na parte da proposição do Case, textos e dados foram modificados.

    Proposição do Case

    Suponha que você trabalha em uma empresa cujo serviço é uma rede social profissional, chamada Jobsboard.io. Nessa rede, os usuários criam seus perfis, onde podem colocar suas qualificações, experiências de trabalho e habilidades.

    Para consumidores finais (B2C), a Jobsboard.io possui as seguintes funções:

    • Feed de notícias, no qual se compartilha e consome conteúdo.
    • Mensageiro, para se comunicar com pessoas e empresas.
    • Banco de vagas, para quem busca emprego ativamente.
    • Cursos online: a ferramenta possui uma plataforma de e-learning com conteúdos voltados para o mercado de trabalho.
    • Ferramenta de visibilidade para recrutadores: os usuários podem deixar seus perfis visíveis para recrutadores e, se tiverem perfis completos e com avaliações positivas de outros profissionais, as chances de serem contratados aumentam.

    Para empresas (B2B), a Jobsboard.io possui as seguintes funcionalidades:

    • Plataforma para captação de currículos.
    • Busca por profissionais para recrutamento.
    • Anúncios, para divulgar produtos e serviços.
    • Feed de notícias, para compartilhar conteúdo.
    • Mensageiro, para interagir com clientes atuais e os potenciais clientes.

    Você está na função de Customer Marketing da Jobsboard.io e observou que boa parte da base de consumidores finais (B2C) está desengajada, e pode ser que deixem de usar a plataforma.

    Parte I – Produção de post no Blog

    Pensando em aumentar o engajamento dessa parcela de usuários que você identificou, você decidiu escrever uma publicação de blog. Nesta etapa, você precisa:

    • Definir o público alvo e tema da sua publicação, justificando as suas escolhas.
    • Escrever o blog post do tema escolhido.
    • O seu texto deve ter título.
    • O corpo do texto deve ter no máximo 1 página e 600 palavras.

    Para ajudar a entender melhor o perfil dessas pessoas e como elas usam as funcionalidades da rede social, as tabelas a seguir trazem uma divisão simplificada da parcela da base que encontra-se desengajada:

    [table id=1 /]

    Parte II – Divulgação do post

    A divulgação do seu post deverá ser feita por e-mail. Você precisa redigir o e-mail completo (título e corpo do e-mail).

    Resolução do Case

    Parte II, ítem A – Produção de Blog Post

    Público alvo: profissionais da área de marketing e da área de vendas

    Justificativa: por serem parcelas representativas da base desengajada. Profissionais de marketing, 84.600 ao total, representam 31,33% da base e profissionais de vendas, 52.300 ao total, significam 19,37%.

    Além de serem as profissões mais significativas numericamente, elas, juntas, são extremamente interdependentes e possuem um conteúdo que podem transmitir atitudes empreendedoras para os profissionais de outras áreas, que também buscam oportunidade, palavra-chave no âmbito do marketing.

    Os grupos mais esperados em consumir e compartilhar o conteúdo são A e C.

    O pensamento estratégico em marketing e vendas digitais como atitude empreendedora e fator de sucesso

    Apesar de serem sumamente importantes para a manutenção de empresas e empreendimentos, muitas vezes as palavras-chave marketing e vendas são tomadas em uma perspectiva pouco crítica entre profissionais liberais e empresas, até que experiências de fracasso convidem a repensar com maior grau de seriedade esses pilares que, em um empreendimento, devem ser analisados quantitativa e qualitativamente, sendo os dados coletados transformados em informações precisas e cristalinas que indiquem os atuais resultados e pontos de melhoria de um determinado projeto de uma empresa ou profissional. Para se ter evidência dessa perspectiva pouco crítica, basta a constatação do CEO Eric Santos da empresa Resultados Digitais: entre 16 milhões de empresas no País, apenas 10.000 investem em marketing digital, ou seja, algo em torno de 0,06%[1].

    A realidade crescente e sem volta do uso de notebooks e smartphones entre consumidores para localizar produtos e serviços da forma mais rápida, eficaz e prática possível torna injustificável o interesse tão baixo do empreendedor brasileiro no marketing digital que, em última instância, significa toda a presença online da empresa e a possibilidade efetiva de vendas de produtos e serviços ao cliente. Que esse desinteresse visível em informação estatística influencie outras situações preocupantes para o empresariado brasileiro, como a de que uma em cada quatro empresa fecha antes dos dois anos[2], não se deve ter dúvida.

    Qual poderia ser a saída para a empresa ou profissional liberal consciente de que inovação significa sobrevivência no mercado? O fato de que os fatores-chave que alavancam estratégias de marketing e vendas digitais de produtos e serviços, como, por exemplo, presença forte na internet, audiência qualificada, conhecimento do público, análise de resultados, etc., não são realidades distantes do empreendedor médio, se estiver realmente interessado em conhecer estratégias digitais infelizmente tão pouco utilizadas. O investimento é relativamente baixo, dada a quantidade de ferramentas de marketing digital (muitas delas robustas até na versão gratuita), o grande poder de segmentação que se tem na hora de impulsionar seu conteúdo online e a conscientização crescente de que o tema de SEO, otimização para mecanismo de busca, não pode mais ser apenas objeto de preocupação de seletos programadores de websites, mas também de empreendedores de todos os tipos. Com isso, popularizam-se os cursos, diversificam-se os conhecimentos e tornam-se mais acessíveis com o tempo. Um dado que corrobora fortemente a ideia de se capacitar online pagando pouco é a tendência do brasileiro, nove em cada dez, de acordo com o estudo Video Viewers 2018, em estudar através do Youtube[3].

    O Youtube não é a ferramenta certa para estudar, mas o e-learning da Jobskboard.io é. E tem promoções a preços acessíveis e a didática focada na realidade da capacitação online em marketing e vendas.

    Há, então, dados inicialmente desmotivadores sobre a realidade brasileira das empresas que começam e fecham as portas relativamente cedo e baixíssima conscientização do empreendedor brasileiro sobre as oportunidades que são o marketing digital e as vendas digitais. Mas animador é o fato de que o brasileiro tem perfil para ser aquele empreendedor que no século XXI aprende, desaprende e reaprende, ou seja, perfil para superar o analfabetismo moderno preconizado por Alvin Toffler. Que o leitor tenha excelente qualificação aqui na plataforma de aprendizado da Jobsboard. 🙂

    Parte II, ítem B – Divulgação do Post via E-mail

    Qualifique-se a preço acessível na Jobsboard.io e entenda a importância de marketing e vendas digitais nos dias de hoje

    Inovação, hoje, significa sobrevivência no mercado. E fato é que os fatores-chave que alavancam estratégias de marketing e vendas digitais de produtos e serviços, como, por exemplo, presença forte na internet, audiência qualificada, conhecimento do público, análise de resultados, etc., não são realidades distantes do seu perfil.

    O investimento em marketing e vendas digitais pode ser relativamente baixo, dada a quantidade de ferramentas de marketing digital (muitas delas robustas até na versão gratuita), o grande poder de segmentação que se tem na hora de impulsionar seu conteúdo online e a conscientização crescente de que o tema de SEO, otimização para mecanismo de busca, não pode mais ser apenas objeto de preocupação de seletos programadores de websites, mas também de empreendedores de todos os tipos. Com isso, popularizam-se os cursos, diversificam-se os conhecimentos e tornam-se mais acessíveis com o tempo. E aqui no e-learning da Jobsboard.io você encontra um ambiente todo didático, vídeos disponíveis na íntegra e um preço totalmente acessível.

    Caro leitor da Jobsboard, que busca oportunidades de crescimento profissional em nossa rede, confira o artigo na íntegra sobre marketing e vendas digitais, tema essencial para sua evolução profissional: [link para o blog]

    Cordialmente,
    Jobsboard.io

    Referências:

    1. FARIAS, Flaubi. 6 pontos que mostram a importância do Marketing Digital para empresas. https://resultadosdigitais.com.br/blog/importancia-do-marketing-digital
    2. SEBRAE, 2018. https://www.sebrae.com.br/
    3. MARINHO, Maria Helena. Pesquisa Video Viewers: como os brasileiros estão consumindo vídeos em 2018. https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/pesquisa-video-viewers-como-os-brasileiros-estao-consumindo-videos-em-2018/
  • Considerações e experiências sobre música em 432Hz

    Pensamentos de Diego Bittencourt no vídeo “Músicas estão te manipulando e você nem percebe”, no Youtube. Procure e assista para contextualizar.

    “Fiquei cerca de dois anos tocando e experimentando compor em 432Hz, inclusive lancei um single nesse padrão de afinação. Mas depois cheguei à conclusão que as chances são grandes de se tratar de efeito placebo esse som mais ‘agradável’. Essa imagem do padrão resultante que o som cria na água é interessante, mas ela geralmente é só encontrada em artigos de caráter muito esotérico, que não explicam o experimento em passo a passo para se chegar nesse padrão obtido na imagem, para que possa haver verificação por pares, ou seja, outros experimentadores científicos seguindo o mesmo passo a passo para obter o mesmo resultado. Mais do que isso, esses artigos não têm afirmações fundamentadas com referências de outros trabalhos, o que é ainda mais grave do que a falta da explicação do experimento.
    Acredito que isso só vai ser tirado a limpo no dia que houver um teste duplo cego com uma amostra significativa de ouvintes e for mensurado o estado fisiológico / psicológico do ouvinte de música de 440Hz e de musica de 432Hz. Precisa ser constatado que os estados de calma, relaxamento, bem-estar etc., produzidos no ouvinte de 432Hz são mais significativos que os de 440Hz. Muitas variáveis precisam ser controladas; por exemplo, o estado de saúde dos ouvintes precisa ser semelhante e apto para desempenhar o teste.
    Uma pena que nenhuma equipe de cientistas de universidades pelo mundo parece ter se interessado seriamente por essa questão ainda.
    Só mais uma última observação: o assunto é tão controverso que há afirmações também de que é 528Hz, e não 432Hz, a ‘frequência-chave’ para o ser humano. 528Hz é a frequência que C/Dó atinge se A=444Hz.”

    O que você pensa sobre?

  • Considerações sobre Administração

    A obra introdutória do intelectual paulistano Fernando C. P. Motta é matéria indispensável ao estudioso da Administração, ou ainda aos estudantes de modernas graduações tecnológicas correlatas e dependentes da área. De maneira cuidadosa e pedagógica, situa o leitor nas correntes administrativas vigentes ao longo das história; traz ponderada crítica e comparação entre os enfoques prescritivos — Administração Científica e Relações Humanas — e os explicativos, a saber, Behaviorismo, Estruturalismo e Abordagem dos Sistemas Abertos, fornecendo-lhe ainda uma referência bibliográfica que possibilita a aquisição de um conhecimento de tipo quase enciclopédico da Administração.

    A exposição dos mencionados enfoques é suficientemente articulada com conhecimentos psicossociológicos indispensáveis ao administrador, uma transdisciplinaridade da qual o estudante apreende as noções sobretudo ao tomar contato com ensinamentos de figuras como Weber, Marx, Robert K. Merton etc., cujas obras não constam na bibliografia selecionada mas têm seus pensamentos expostos de passagem, oportunamente, para que o leitor os frequente e avance nessa dimensão tão cara à Administração.

    Destaca-se a “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, de Weber, além de toda obra de Marx, não citada nas notas de rodapé, mas de grande importância nessa articulação.

    O livro, de 1989, é atual e relevante em muitos aspectos, com exceção na relação entre tecnologia e administração, da qual obtém-se uma certa noção com as pesquisas do grupo de Aston, que todavia não dá conta das realidades de hoje da tecnologia da informação e sua consequente influência na formulação e reformulação do pensar administrativo. Ainda assim, um clássico para o administrador sempre revisitar, reorientar-se intelectualmente; e encontra-se o motivo razoável para estudá-lo nas palavras do próprio prefácio:

    “O estudo da evolução de uma teoria, de suas expressões diversas e variadas, de acordo com as influências que a todo momento recebe, não são da realidade em mudança, mas igualmente dos demais campos do conhecimento, é uma experiência fascinante.”

    Fernando C. P. Motta

    Referência:

    1. MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração: uma introdução. 15. ed. São Paulo: Pioneira, 1989. 212 p. (Biblioteca Pioneira de Administração e Negócios).